BIOGRAFIA

Falar de música eletrônica nacional é mencionar Dirtyloud. Desde sua primeira apresentação, em 2009, o projeto se faz onipresente nos maiores festivais - Lollapalooza, XXXperience, Universo Paralello e nos melhores clubs de Norte a Sul do Brasil.

A carreira internacional também é forte e não é exagero dizer que o Dirtyloud é o artista de música eletrônica mais exportado do Brasil. Até hoje, foram 12 turnês pela América do Norte (EUA e Canadá), duas turnês na Oceania (Austrália e Nova Zelândia), uma na Coreia do Sul, outra na África do Sul, além de uma grande gira pela Europa por 8 países.

Desde o início da carreira, suas produções autorais e remixes para artistas consagrados cravaram o nome Dirtyloud nos rankings do Beatport (a maior comunidade de DJs e de música eletrônica do mundo).

Em 2010, o remix para “Apes From Space” - de Aaren San - atingiu o 2º lugar geral das mais vendidas no portal. Em seguida vários lançamentos dominaram o chart de vendas, o que era lançado fazia sucesso entre fãs e artistas.

Em 2011 arriscando pela primeira vez na vertente dubstep a faixa “Rock It Roll It” foi top 1 dentro do gênero no Beatport durante sete semanas. A track “Needle”, produzida em parceria com o cantor Sirreal foi um grande hit das pistas de dança e ganhou um videoclipe. Outro hit foi “Nudge”, parceria com Felguk. Ainda neste ano, vieram os grandes convites para remixes oficiais: “Kill Humans”, para Dubsidia foi um sucesso tão grande que até o mainstream David Guetta tocou. E, para coroar este ano tão importante para a carreira do Dirtyloud, veio o convite do Deadmau5 para remixar “Beautiful, Rich and Horny”.

A parceria com Joel Thomas Zimmerman (Deadmau5) se estendeu, quando o Dirtyloud foi convidado para assinar o remix de “Hey Baby”, um dos maiores hits da carreira do canadense. E não para por aí: ainda veio o remix de “Vandalism”, para o norteamericano Porter Robinson. A faixa foi lançada pela gravadora OWSLA, de Skrillex. Teve também o remix de “Kick It”, de Skism ft. Zomboy. E ainda veio o convite de Calvin Harris para assinar o remix de “Sweet Nothing”, uma parceria do produtor com Florence Welch, lançado pela Sony. Com tantas músicas e muito sucesso, o Dirtyloud passou praticamente o ano inteiro rodando o mundo em turnê.

Em 2013, enquanto a revista Mixmag Brasil estampava o Dirtyloud na capa sob o título “Stars of 2013”, Yoko Ono (sim, a viúva de John Lennon) convidou o artista para assinar o remix de sua faixa “Hold Me” – e fazer parte de seu álbum, lançado naquele ano. O sucesso internacional do Dirtyloud só aumentou e este foi mais um ano de forte presença nos festivais e clubes mundo afora.

Em 2014, ano de Copa, ninguém melhor do que a Shakira para lançar o desafio para o Dirtyloud: remixar o tema oficial do campeonato mundial, a música “Dare (La La La)”, enquanto no cenário nacional a banda de rock Fresno teve a faixa “À Prova de Balas” remixada pelo Dirtyloud e lançada em disco.

Em 2015, o Dirtyloud começa uma nova fase lançando a track “Start Fresh” pelo selo Braslive, referência em música eletrônica feita no Brasil.

Com tantas tracks e remixes de sucesso, não é difícil prever que nomes gigantes da música eletrônica mundial como David Guetta, Skrillex e Zedd já tocaram suas produções.

Atualmente, o Dirtyloud tem mais de 8 milhões de plays no Soundcloud, milhões de visualizações no Youtube e mais de 230 mil fãs no Facebook.